terça-feira, 6 de março de 2018

Pitomba

Ganhei Pitomba, nunca tinha comido. Minha mãe Angela Filetti importou de Cruz das Posses.#EueasFrutas
Espécie da Caatinga, Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado
A pitomba (nome científico: Talisia esculenta), também conhecida como olho de boi, pitomba da mata e pitomba de macaco, é o fruto da pitombeira, árvore que pode alcançar mais de 10 metros de altura. Seu nome é originário do tupi e significa sopapo, bofetada ou chute forte.
A árvore pode ser encontrada em quase todo o Brasil. Ocorre também na Bolívia e Paraguai. A fruta possui uma casca dura, porém fácil de ser aberta, uma fina polpa suculenta e doce, além de um caroço que ocupa a maior parte do seu conteúdo. A casca, quando madura, é marrom e sua polpa, branca.
A pitomba mede aproximadamente dois centímetros de diâmetro, dá em cachos, é rica em vitamina C e pode ser consumida in natura ou beneficiada na fabricação de licores ou polpa. Diversos pássaros também a tem no seu cardápio.
A árvore é amplamente cultivada em pomares domésticos e floresce de agosto a outubro. Os frutos amadurecem de janeiro a março e são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste do país. As sementes são tidas como antidiarréicas e usadas como adstringentes. O chá das sementes é utilizado para amenizar os problemas de desidratação. Por outro lado, o chá das folhas é indicado para as “dores de cadeira” e para os problemas renais.
Receita: Caipiroska de pitomba
Ingredientes
1 lata de leite condensado
6 a 8 pitombas descascadas
açúcar a gosto
gelo
vodka
Como fazer
Coloque as pitombas e o açúcar em uma coqueteleira, bata até obter um creme homogêneo. Acrescente a vodka e por último o gelo.

A imagem pode conter: planta e comida

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Como a ciência explica o que chamamos de pressentimento

Como a ciência explica o que chamamos de pressentimento:
Fonte: Super Interessante
Editor: Eduardo Patriota Gusmão Soares

Um fenômento que é amplamente usado pelos místicos como prova do sobrenatural, começa a ser estudado pela ciência. E parece ser algo bem mais mundano do que muitos pensam.

Você vê um amigo de longe e, em questão de pouquíssimos segundos, tem o “pressentimento” de que há algo errado. Quando os dois se sentam para conversar, ele conta que realmente está passando por problemas sérios. Como você sabia? O neurocientista David Eagleman, que dirige o Laboratório de Percepção e Ação do Baylor College of Medicine no Texas, traz uma explicação no livro “Incógnito – As Vidas Secretas do Cérebro”.
Para entender, imagine outra situação: você e outras pessoas estão diante de uma mesa com quatro baralhos. Cada um precisa escolher uma carta a cada rodada – e o que aparecer nela pode significar perdas ou ganhos em dinheiro. Mas há um detalhe: dois desses baralhos têm mais cartas boas (ou seja, fazem você ganhar dinheiro) e dois têm mais cartas ruins. Quem escolhe o baralho é o próprio participante que está tirando a carta. Em todas as rodadas, enquanto toma a decisão, cada pessoa é interrogada sobre quais baralhos acredita serem bons ou ruins. Quanto tempo você acha que levaria para descobrir isso?
Um neurocientista chamado Antoine Bechara e alguns colegas fizeram um experimento exatamente assim em 1997 e descobriram que os participantes precisavam tirar, em média, 25 cartas para sacar quais baralhos eram bons ou ruins.
Mas havia um detalhe: eles também mediram, durante toda a tarefa, as reações elétricas da pele de cada participante – que seriam um reflexo da atividade do sistema nervoso autônomo, responsável pela reação de luta ou fuga, por exemplo. Assim, quando a pessoa se sentisseameaçada, isso seria indicado por esse medidor.
E foi isso que permitiu uma descoberta espantosa: o sistema nervoso autônomo conseguia decifrar a estatística dos baralhos bem antes que a consciência dos participantes: por volta da13ª carta. A essa altura, cada vez que um deles estendia a mão para pegar a carta de um baralho ruim, havia um pico de atividade elétrica em sua pele – em outras palavras, uma parte do seu cérebro lhes enviava um sinal de alerta, como que dizendo “Cuidado, cara! Esse baralho vai te fazer perder dinheiro!”.
Mas acontece que a mente consciente dessas pessoas ainda não era capaz de captar a mensagem claramente. Isso se manifestou, então, na forma de um “pressentimento”: elas começavam a escolher os baralhos bons antes mesmo de poderem explicar o porquê.
Esse pressentimento é necessário para fazermos boas escolhas. O experimento foi repetido com voluntários que tinham danos na área do cérebro responsável pela tomada de decisões – o córtex pré-frontal ventromedial. Descobriu-se que essas pessoas não eram capazes de formar aquele sinal elétrico de alerta na pele. Ou seja, seu cérebro não conseguia compreender as estatísticas tão rápido e, assim, não os advertia. Mas, mesmo quando sua mente consciente finalmente compreendeu quais eram os baralhos bons e ruins, eles continuaram a escolher as cartas dos montes errados. Se a sua consciência sabia o que fazer, mas mesmo assim eles não o faziam, isso indicaria que a atividade “escondida” do cérebro (que se manifesta nesse caso na forma do que chamamos de “pressentimentos”), é essencial para a tomada de decisões vantajosas.

Reconhecendo rostos
O resultado desses estudos condiz com uma descoberta posterior relacionada a pessoas consideradas prosopagnósicas – aquelas que são incapazes de reconhecer rostos. Fazendo essa medição dos impulsos elétricos de sua pele, pesquisadores concluíram que elas apresentavam uma atividade maior quando viam o rosto de uma pessoa que conheciam. Uma parte do seu cérebro ainda era capaz de distingui-los. O problema é que isso não chegava à sua mente consciente.
Voltando ao caso do primeiro parágrafo: o “pressentimento” que você teve em relação ao seu amigo pouquíssimos segundos após olhar para ele provavelmente tem uma explicação parecida. Antes que sua mente consciente sequer tomasse conhecimento de que ele estava ali, é possível que seu cérebro já tivesse analisado sua linguagem corporal e registrado sinais de que havia algo de errado com ele.
Isso ensina que: 1) Apesar de sua mente consciente (ou aquilo que você considera você) levar o crédito por tudo, ela sabe muito pouco das atividades todas que rolam na sua cabeça – no máximo, ouve sussurros dela. Mas isso não é um problema porque 2) graças a esses “pressentimentos”, podemos tomar decisões vantajosas mesmo sem estarmos conscientes da situação.

Quer tomar a decisão certa? Jogue uma moeda
O neurocientista David Eagleman dá a dica: pegue uma moeda, determine qual face equivale a qual decisão e vá no cara ou coroa. Não, não é que você vai decidir assim, pelo acaso. O truque é avaliar sua sensação depois que a moeda cair. Caso se sinta levemente aliviado com o resultado, essa é a decisão correta para você. Se, em vez disso, se irritar e achar isso ridículo, talvez devesse escolher a outra opção.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

-Stay hungry. Stay Foolish!

STEVE JOBS 1955-2011
No dia em que Steve Jobs faleceu faz todo o sentido recordar um discurso seu depois de ter enfrentado o  primeiro cancro. Este discurso, conhecido pelo título "Como viver antes de morrer" foi proferido na Universidade de Stanford em 2005 e assenta em três histórias que definem o que qualquer jovem deve saber e fazer na sua vida. Fica aqui um resumo. No final o vídeo completo.

1- Ligar os pontos
No caminho da vida os vários momentos só fazem sentido quando se olha para trás. Quando se olha para a frente não se consegue ligar os pontos do caminho, mas temos de acreditar que os pontos se vão ligar de alguma forma no futuro.
É preciso acreditar em algo - no instinto, no destino, na vida, no carma - o que quiserem!

2- Sobre o amor e a perda
Por vezes a vida atinge-vos com toda a força. Não percam a fé, continuem a fazer aquilo de que gostam. É preciso descobrir o que gostamos de fazer, quer no trabalho quer na vida. O trabalho vai ocupar grande parte da vossa vida e a única forma de ele ser realmente satisfatório é fazer o que considerem um grande trabalho. E a única maneira de fazer algo grande é amar o que se faz. Se ainda não o encontraram, continuem à procura, não se satisfaçam com pouco! E como em todos os assuntos do coração, terão a certeza quando o encontrarem.

3- Sobre a morte
Ninguém quer morrer mas a morte é o destino que todos partilhamos, ninguém lhe escapou. E é assim que deve ser. A morte é a maior invenção da vida, é o motor da mudança na vida: remove o velho para dar lugar ao novo. O tempo é limitado, por isso não o desperdicem vivendo a vida de alguém. Não deixem as suas ideias abafar a vossa voz interior. Sigam o vosso coração e intuição, eles já sabem o que vocês realmente querem vir a ser.

Stay Hungry. Stay Foolish.

(texto adaptado do discurso de Steve Jobs na Universidade de Stanford em 2005)